sexta-feira, 10 de maio de 2019

COM PEQUENO TUMOR NO CORAÇÃO, BRUNA HONÓRIO DEIXA OS TREINOS DA SELEÇÃO BRASILEIRA DE VÔLEI


Um pequeno tumor no átrio esquerdo do coração vai afastar Bruna Honório das quadras.
O diagnóstico aconteceu nesta quinta-feira, após a jogadora passar por exames no Rio de Janeiro, durante a rotina de treinamentos com a Seleção Brasileira para a Liga das Nações. No linguajar médico, ela possui um mixoma atrial e provavelmente passar por uma cirurgia. Esse foi o motivo da dispensa médica anunciada em nota oficial pela CBV nesta noite.
Os médicos da Seleção e do Itambé/Minas já conversaram com a jogadora, até para acalmá-la sobre a situação. Na próxima segunda-feira, ela irá a São Paulo passar por novos exames com especialistas para o fechamento do diagnóstico e a definição do tratamento. CBV e Minas deverão publicar notas oficiais ainda hoje.
Bruna Honório era uma das jogadoras mais empolgadas nesta semana de treinos. Ciente da grande temporada feita com o Minas, a oposto sabia que 2019 poderia ser o grande ano dela também na Seleção. O time de José Roberto Guimarães disputará Liga das Nações, Pré-Olímpico, Sul-Americano, Pan-Americano e Copa do Mundo.
Na despedida de Saquarema, a jogadora recebeu apoio da comissão técnica e palavras de incentivo para se recuperar e ter a certeza de que as portas estarão abertas para um retorno à Seleção.
Por Daniel Bortoletto

SUPER LIGA DE VÔLEI MASCULINO VALE TÍTULO

Tá chegando a hora... 😬🏐💛

Já tem alguém tenso por aí??
🙋‍♀️🙋‍♂️
🗓 SÁBADO ⠀
 21h30
📍 ARENA SUZANO
📺 SPORTV 2


segunda-feira, 6 de maio de 2019

ATLETAS JEQUIEENSE DE TRIATHLON IUSKA E LEONARDO SÃO TOP 9 E TOP 10 NO MUNDIAL DA ESPANHA


A sensação é de dever cumprido, poder viver o campeonato mundial de Pontevedra ESP foi muito proveitoso, para abrilhantar ainda mais @iuskasampaiocunhatriatleta ficou em top 9 do campeonato mundial em sua categoria e @leonardoandrade_triatleta em top 10 também em sua categoria!!! Agora é descansar. — em Pontevedra.

sexta-feira, 3 de maio de 2019

A IMPORTÂNCIA DO CLIMA NO FUTEBOL

 condições climáticas com muito calor ou muito frio podem afetar desempenho de jogadores - Bruno Santos/Folha Press 

Nos dias bem quentes, o rendimento do jogador de futebol é menor, pois o calor provoca estresse térmico no atleta e queda no seu desempenho físico na partida.

Esta é a observação de pesquisadores do laboratório de biologia do exercício da universidade federal de Viçosa (MG) publicada na revista brasileira de ciências do esporte.

Leonardo Rezende, Miguel Carneiro Júnior e Thales Gomes, formados em educação física, apresentaram uma revisão dos principais estudos sobre termorregulação e sua importância no futebol.

Na copa do mundo de 2014, realizada no Brasil, diferenças climáticas em varias regiões do país chamaram a atenção dos pesquisadores.

Os autores citam os jogos realizados em Manaus, região quente e úmida. A desidratação provocada pela perda de liquido pela sudorese e o calor local provocaram perda de massa corporal e queda no desempenho físico.

A estrategia para contornar o problema é o uso de tecidos especiais nos uniformes e reposição de líquido.

Muito calor não não é bom, mas o frio intenso (-5ºc) também não, porque pode induzir à deficiência na função neuromuscular do jogador e interferir no desempenho, diz Christopher Carling em sua tese de doutorado  sobre performa física no futebol, apresentada na Universidade Central de Lancashire, Reino Unido.

Ele recomenda a ingestão de líquidos, pois o exercício prolongado no frio aumenta a diurese.

Julio Abramczyk 
Médico, vencedor dos prêmios ESSO (informação cientifica) e J. Reis de divulgação cientifica (CNPq).

quinta-feira, 2 de maio de 2019

MUSCULAÇÃO REDUZ GORDURA NO FÍGADO E MELHORA CONTROLE DO DIABETES


Karina Toledo

São Paulo Uma pesquisa feita na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) mostrou que a prática de exercícios físicos de força, como a musculação, é capaz de reduzir a gordura acumulada no fígado e melhora o controle da glicemia em indivíduos obesos e diabéticos em um curto período, mesmo antes que ocorra perda de peso significativa.

Por meio de experimentos com camundongos, pesquisadores do laboratório de biologia molecular do exercício (LaBMEx) da Unicamp observaram que 15 dias de treino moderado foram suficientes para modificar a expressão gênica no tecido hepático, favorecendo a "queima" dos lipídeos armazenados e contribuindo para o tratamento da doença hepática gordurosa não alcoólica.

Como consequência, houve melhora na sinalização celular feita pela insulina no tecido e redução na síntese hepática de glicose.

Os resultados do estudo, apoiado pela Fapesp, foram publicados no journal of Endocrinology.

" Que a prática de atividade física ajuda a controlar doença todo mundo sabe. O que estamos investigando é por meio de quais mecanismo isso ocorre. Se conseguirmos descobrir uma proteína-chave cujos níveis aumentam ou diminuem com o treino, avançamos um passo na criação de fármacos capazes de mimetizar alguns benefícios do exercício físico", disse Leandro Pereira de Moura, professor da faculdade de ciências aplicadas da Unicamp e coordenador da pesquisa.

Como explicou Moura, o excesso de gordura no figado causa uma inflamação local que torna as células hepáticas menos sensíveis à ação da insulina. Esse quadro pode progredir para cirrose e até causar a falência de órgão.

" Em individuas obesos que sofrem de risco cardiometabólico, reduzir a gordura hepática é fundamental para auxiliar o controle do diabetes. Quando a sinalização feita pela insulina fica comprometida no tecido, o figado - que deveria produzir glicose apenas em situação de jejum - passa a liberar essa substancia na corrente sanguínea mesmo após o consumo de carboidratos, quando os níveis de insulina estão altos. E isso aumenta os níveis de glicose no sangue", disse Moura á agencia Fapesp.

Para investigar o efeito do exercício físico de força no figado, experimentos foram feitos com três grupos de camundongos. O controle recebeu ração padrão (com 4 % de gordura) e permaneceu magro e sedentário. O segundo grupo foi alimentado com dieta hiperlipídica (35% de gordura) durante 14 semanas - tempo suficiente para os animais ficarem obesos e diabéticos - e também permaneceu sedentário durante o experimento. Já os animais do terceiro grupo receberam e, quando já estavam obesos e diabéticos, foram submetidos a um protocolo de exercício de força moderado ao longo de 15 dias.

O treino consistia em subir uma escada com uma carga presa na cauda. 
Diariamente, os animais foram introduzidos a fazer 20 series, com intervalos de 90 segundos entre elas. Segundo Moura, o intuito foi mimetizar um treino de musculação para humanos.

" Antes de começar o experimento, fizemos testes para determinar a carga máxima que cada animal conseguia suportar. Depois fizemos cálculos para aplicar nas sessões de exercício apenas 70% dessa carga máxima. Isso porque nosso grupo já mostrou que excessos no treinamento podem contribuir de maneira significativa para a instalação da doença hepática gordurosa não alcoólica. Quando não controlado, o exercício exaustivo pode ser mais prejudicial do que beneficio" disse Moura.

A opção pelo protocolo de curto prazo - somente 15 dias de treino - foi para comprovar que os benefícios observados estavam diretamente ligados ao exercício físico de força, ou seja, não eram efeito secundários à perda de peso corporal.

De fato, os pesquisadores observaram que os camundongos do grupo treinado ainda estavam obesos no final do protocolo, porem, apresentavam valores normais de glicemia em jejum. Já os obesos sedentários permaneceram diabéticos até o minimo de experimento.
Ao analisar o tecido hepático, foi possível notar uma redução de 25% a 30% da gordura local no grupo treinado em comparação aos obesos sedentários - fenômenos acompanhado de queda na qualidade de proteína pró-inflamatórias. Porem, o índice de gordura hepáticas dos treinados ainda era cerca de 150% maior que o do grupo controle.

Na condição de jejum, o figado é o principal órgão responsável por manter os níveis de glicemia adequados. Mas os indivíduos com diabetes, em decorrência da resistência a insulina, perdem a capacidade de controlar a produção de glicose endógena (gliconeogênese) e tornam-se hiperglicêmicos.

Para avaliar o efeito do exercício de força em controlar a gliconeogênese hepática, os cientistas fizeram um teste de tolerância ao piruvato - o principal substrato usado pelo órgão para produzir glicose.

"O teste basicamente consiste em administrar o piruvato aos animais e avaliar o quanto de glicose é produzida pelo figado. Observamos que os camundongos treinados produziam menas glicose que os obesos sedentários mesmo recebendo a mesma quantidade do substrato. Isso mostrou que o figado do animal treinado passou por alterações metabólicas que o tornaram mais sensíveis à insulina" disse Moura.

A etapa seguinte foi investigar de que modo o exercício promoveu a diminuição da gordura hepática. Para isso, os pesquisadores analisaram no tecido a expressão de genes envolvidos com lipogênese (síntese de acido graxos e triglicérides, processo que favorece o acumulo de gordura) e com a lipolise (processo de degradação dos lipídeos, tornando-os disponíveis para serem usados como fonte de energia pelo organismo).

"Comparando os animais obesos sedentário e exercitados, por meio de analises genicas e proteicas, avaliamos a síntese e a oxidação da gordura hepática. Observamos que os animais sedentários tinham maior facilidade para acumular gordura no órgão", disse Moura.
Segundo o pesquisador, uma importante contribuição da pesquisa foi mostrar que o exercício resistido promoveu benéficas em um tecido que não sofre ação direta das contrações musculoesqueléticas.

"Nosso próximo passo será investigar como ocorre essa comunicação entre músculo e figado. Temos a hipótese de que uma proteína conhecida como clusterina esteja envolvida", disse.
Caso se comprove que o aumento nos níveis de clusterina induzido pelo exercício físico seja benéfico, o pesquisador não descarta a hipótese de testar tratamentos com alternativas sintéticas.

O artigo short-term strength training reduces gluconeogenesis and NAFLD in obese mice, de Rodrigo Martins Pereira, Kellen Cristina da Cruz Rodrigues, Chadi Pelegrini Anaruma, Marcella ramos Sant`Ana, Thaís Dantis Pereira de Campos, Rodrigo Stellzer Gaspar, Raphael dos Santos Canciglieri, Diego Gomes de Melo, Rania A Mekary, Adelino Sanchez Ramos da Silva, Dennys Esper Cintra, Eduardo Rochete Ropelle, José Rodrigo Pauli e Leandro Perreira de Moura, pode ser lidoem: https://joe.biocientifica.com/view/jounals/joe/241/1/joe-18-0567.xml.

AGÊNCIA FAPESP



quarta-feira, 1 de maio de 2019

AMANDA JUDOCA JEQUIEENSE É CAMPEÃ DA SUPER ETAPA DO CIRCUITO BAIANO DE JUDÔ


No último dia 27 estive no campeonato localizado na cidade de Cruz das Almas, onde consegui mais uma vez ter um resultado positivo graças aos treinos e dedicações. Agradeço primeiramente a Deus por tudo isso e segundo aos meus patrocinadores #jsmotoebike e #portaldistribuidora. 

ACADEMIA JUDÔ LUCAS SANTOS FAZ BONITO NA SUPER ETAPA DO CIRCUITO BAIANO DE JUDÔ


No dia 27 de Abril, o Projeto Social Judô Lucas Santos, Participou da Super Etapa do Circuito Baiano de Judô, realizado pela FEBAJU na Cidade Cruz das Almas/Ba. 

*Resultado da Super Etapa do Circuito Baiano de Judô*:

*Sub-11 9/10 anos* 

Webert Santos Vice-campeão

*Sub-13 11/12*

Vinicius Santos 3° Colocado 

Kauê Costa 3° Colocado 

*Sub-15 13/14 Anos* 

Hiago Gabriel Santos Campeão 

Ana Paula Santos 3° Colocada 

Maria Eduarda Bulhões Vice-Campeã 

Enzo Santos Campeão 

Adson Silva Campeão 

*Sub-18 15/17 Anos* 

João Victor Souza Vice-campeão 

Ruan Vitor Teles 3° Colocado 

*Sub-21 18/19 Anos* 

Gabriel Oliveira Vice-campeão 

Atletas com participação:

Caio Santos Frôes 
Gilbert Oliveira 
Alex Silva 
Rayck Lino 
Robert Santos 
Marcus Felipe Quintino 
João Pedro Quintino

Patrocinadores Oficiais:

Jambo Supermercados 

Inbahia Distribuidora 

Base Medical 

Faz Atleta 

Parceiros:

Chaves&Barros contabilidade

Designer Impressões Digital

Contabiliza serviços Contábeis